quinta-feira, julho 27, 2006

Velhos supranumerários

Em todas as cidades portuguesas a comunidade idosa junta-se para passar os seus tempos livres junto daqueles que também não têm muito que fazer mas o problema é que estes cidadãos honestos não estão nos locais apropriados, não estão nos locais onde podem fazer a mesma coisa (nada) e contribuir para o bem comum.
Assim sendo propunha a criação de uma entidade regional ou camarária que pegasse em velhos que se encontram à sombra de árvores ou por baixo de um toldo de uma loja ou café central e os distribuísse pelos sítios mais necessitados. Há demasiados velhos concentrados em locais que não são úteis à sociedade e que não beneficiam o bem-estar da sua comunidade. Esta medida até seria um estímulo à economia do país, haveria um concurso público para a aquisição de camionetas para o transporte, trabalho para os desempregados encartados e para aqueles com boa capacidade de organização e mobilização.

Exemplos:
  • 3 velhos a jogar chinquilho numa rua da Cova da Moura iriam reduzir drasticamente o número de roubos por esticão
  • 1 velho numa passadeira à frente de uma escola primária reduziria o número de atropelamentos e fuga
  • 4 velhos a jogar à sueca numa caixa de cartão no Martim Moniz acabariam com a toxicodepência naquela zona
  • 2 velhas distraídas a fazer tricot no Cais do Sodré ou perto do técnico acabariam com a prostituição nestes locais

2 comentários:

Pedro disse...

claro que sim....

alguém imagina um gajo a abordar uma prostituta, sabendo que tem o olhar reprovador de um velho a julgá-lo??

bem visto miguel!!!

contidoimprudente disse...

Mais subsídios:

-Equipas de velhos/as a acordarem gajos/as (por procesos democráticos... ), de modo a chegarem a horas aos empregos.

-Velhos/as a transportarem às cavalitas, de casa para as respectivas ocupações, pessoal que detesta viajar em transportes colectivos.